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	<title>My Alergologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Alergologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças alérgicas.</description>
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	<title>My Alergologia</title>
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		<title>EAACI anuncia Skin Allergy Meeting 2027 em Paris</title>
		<link>https://myalergologia.pt/internacional/eaaci-anuncia-skin-allergy-meeting-2027-em-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Academy of Allergy and Clinical Immunology (EAACI) confirmou a realização do Skin Allergy Meeting 2027 (SAM 2027). O evento ocorre em Paris, França, entre 11 e 13 de março de 2027, reunindo especialistas internacionais para discutir os mais recentes avanços na área das alergias cutâneas. Segundo a organização, o SAM 2027 inclui temas [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A <em>European Academy of Allergy and Clinical Immunology</em> (EAACI) confirmou a realização do Skin Allergy Meeting 2027 (SAM 2027). O evento ocorre em Paris, França, entre 11 e 13 de março de 2027, reunindo especialistas internacionais para discutir os mais recentes avanços na área das alergias cutâneas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a organização, o SAM 2027 inclui temas como dermatite atópica, dermatite de contacto, urticária, angioedema, doenças mediadas por mastócitos e alergias medicamentosas, promovendo o debate entre Dermatologia, Alergologia e Imunologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda à informação completa sobre o evento <a href="https://eaaci.org/events_meetings/sam-2027-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Jornadas de Atualização em Asma e Alergologia decorrem em Lisboa em fevereiro de 2027</title>
		<link>https://myalergologia.pt/eventos/jornadas-de-atualizacao-em-asma-e-alergologia-decorrem-em-lisboa-em-fevereiro-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa acolhe, nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2027, as 4.ªs Jornadas de Atualização em Asma e Alergologia para Medicina Geral e Familiar (MGF), que ocorrem no Hotel VIP Executive Entrecampos. O encontro científico reúne especialistas nacionais com o objetivo de promover a atualização de conhecimentos na área das doenças respiratórias e alérgicas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Lisboa acolhe, nos dias 4 e 5 de fevereiro de 2027, as 4.ªs Jornadas de Atualização em Asma e Alergologia para Medicina Geral e Familiar (MGF), que ocorrem no Hotel VIP Executive Entrecampos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro científico reúne especialistas nacionais com o objetivo de promover a atualização de conhecimentos na área das doenças respiratórias e alérgicas, com especial enfoque na prática clínica em Cuidados de Saúde Primários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidência do evento está a cargo de Manuel Branco Ferreira, contando ainda com Pedro de Moura Reis como Secretário-Geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa científico inclui sessões dedicadas ao diagnóstico, tratamento e controlo da asma, rinite alérgica e outras doenças imunomediadas, bem como a discussão de casos clínicos e novas abordagens terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.prismedica.pt/event/4as-jornadas-de-atualizacao-em-asma-e-alergologia-para-mgf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Eficácia dos tratamentos orais na rinite alérgica infantil: o que realmente mostra a evidência?</title>
		<link>https://myalergologia.pt/atualidade/eficacia-dos-tratamentos-orais-na-rinite-alergica-infantil-o-que-realmente-mostra-a-evidencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 08:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma revisão sistemática recente avaliou a eficácia e segurança dos medicamentos orais usados no tratamento da rinite alérgica em crianças, a doença crónica mais comum em idade pediátrica. Apesar de sugerirem benefícios, os autores alertam que a qualidade da evidência disponível ainda é baixa. O estudo analisou ensaios clínicos randomizados envolvendo crianças com menos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma revisão sistemática recente avaliou a eficácia e segurança dos medicamentos orais usados no tratamento da rinite alérgica em crianças, a doença crónica mais comum em idade pediátrica. Apesar de sugerirem benefícios, os autores alertam que a qualidade da evidência disponível ainda é baixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo analisou ensaios clínicos randomizados envolvendo crianças com menos de 12 anos, com rinite alérgica sazonal, comparando anti-histamínicos orais e antagonistas dos recetores de leucotrienos, isolados ou em combinação, com placebo ou entre si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, foram incluídos oito estudos, com 906 participantes. Os resultados indicam que os anti-histamínicos orais foram mais eficazes do que o placebo na redução dos sintomas nasais, com uma melhoria significativa no <em>score</em> total de sintomas nasais (diferença média de -1,60).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a combinação de anti-histamínicos com antagonistas dos recetores de leucotrienos não demonstrou benefícios adicionais em relação ao uso isolado de anti-histamínicos. Também não foram observadas diferenças relevantes entre os diferentes anti-histamínicos analisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão não encontrou evidência suficiente para conclusões robustas relativamente a sintomas oculares ou qualidade de vida. Em termos de segurança, não foram registadas diferenças significativas na ocorrência de efeitos adversos entre os tratamentos e o placebo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos resultados apontarem para uma eficácia global dos anti-histamínicos orais, os investigadores sublinham que a certeza da evidência é baixa ou muito baixa na maioria das comparações, o que limita a força das conclusões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, embora os medicamentos orais pareçam ser uma opção eficaz e segura para o controlo da rinite alérgica em crianças, os autores defendem a necessidade de mais estudos de elevada qualidade para orientar melhor a prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42596864/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Universidade do Porto associa o ganho de peso gestacional a determinantes do risco de doença alérgica pediátrica</title>
		<link>https://myalergologia.pt/atualidade/universidade-do-porto-associa-o-ganho-de-peso-gestacional-a-determinantes-do-risco-de-doenca-alergica-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 07:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo realizado em Portugal indica que o peso da mãe antes e durante a gravidez pode ter impacto no risco de desenvolvimento de doenças alérgicas na infância e adolescência, incluindo asma, rinite, eczema e sensibilização alérgica. A investigação analisou dados de 7.280 pares mãe-filho da coorte de nascimento portuguesa Geração XXI, acompanhando as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um novo estudo realizado em Portugal indica que o peso da mãe antes e durante a gravidez pode ter impacto no risco de desenvolvimento de doenças alérgicas na infância e adolescência, incluindo asma, rinite, eczema e sensibilização alérgica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou dados de 7.280 pares mãe-filho da <em>coorte</em> de nascimento portuguesa Geração XXI, acompanhando as crianças aos 4, 7, 10 e 13 anos. O objetivo foi perceber de que forma o índice de massa corporal (IMC) materno antes da gravidez e o ganho de peso durante a gestação se relacionam com várias condições alérgicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que o ganho de peso gestacional acima do recomendado está associado a um maior risco de problemas respiratórios e alergias. As crianças de mães com ganho de peso excessivo apresentaram maior probabilidade de desenvolver asma aos sete e 13 anos, bem como rinite aos quatro anos. Também se observou uma associação com maior sensibilização alérgica aos 10 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os investigadores, os efeitos parecem ser mais consistentes no que diz respeito ao ganho de peso durante a gravidez do que ao peso pré-gestacional. O IMC materno antes da gravidez mostrou poucas associações relevantes com doenças alérgicas, com exceção do eczema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, o estudo também encontrou resultados inesperados no caso do eczema: enquanto determinados níveis mais baixos de ganho de peso gestacional estiveram associados a variações no risco da doença ao longo da infância, o sobrepeso ou obesidade materna foi associado a uma menor probabilidade de eczema aos 13 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estes resultados não significam uma relação direta de causa e efeito, mas reforçam a importância de um acompanhamento adequado do ganho de peso durante a gravidez. Segundo os investigadores, manter um ganho de peso dentro das recomendações poderá ser relevante não apenas para a saúde materna, mas também para o desenvolvimento imunitário das crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo contribui para a compreensão de como fatores precoces de vida podem influenciar o aparecimento de doenças alérgicas, um problema que tem vindo a aumentar em várias populações europeias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao estudo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42093106/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SPAIC 2026: inovação, multidisciplinaridade e os desafios da Imunoalergologia</title>
		<link>https://myalergologia.pt/entrevistas/spaic-2026-inovacao-multidisciplinaridade-e-os-desafios-da-imunoalergologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 07:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 47.ª Reunião Anual da SPAIC volta a reunir especialistas em Imunoalergologia num momento de partilha científica e reflexão sobre os principais avanços e desafios da área. Em entrevista ao News Farma, Manuel Branco Ferreira, presidente de honra desta edição, destaca os principais temas em debate, a relevância da inovação científica e o impacto da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 47.ª Reunião Anual da SPAIC volta a reunir especialistas em Imunoalergologia num momento de partilha científica e reflexão sobre os principais avanços e desafios da área. Em entrevista ao News Farma, <strong>Manuel Branco Ferreira</strong>, presidente de honra desta edição, destaca os principais temas em debate, a relevância da inovação científica e o impacto da medicina de precisão e da inteligência artificial na prática clínica. Reflete ainda sobre o futuro da Imunoalergologia em Portugal e os principais desafios da área, sublinhando a importância da cooperação entre profissionais e instituições para a evolução contínua da especialidade. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | A reunião pretende ser um espaço de partilha e reflexão crítica entre diferentes profissionais. Quais os principais destaques do evento e qual o papel que atribui à multidisciplinaridade na evolução da especialidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manuel Branco Ferreira&nbsp; (MBF) |</strong> Na 47.ª Reunião Anual da SPAIC serão abordados vários temas centrais da especialidade bem como temas inovadores. Destaco as atualizações relativamente às terapias biológicas, o papel da microbiota nas alergias e algumas novas abordagens diagnósticas.&nbsp; Saliento ainda que a multidisciplinaridade é absolutamente essencial para&nbsp; a inovação, pois permite a integração de diferentes conhecimentos e perspectivas, enriquecendo a prática clínica e promovendo soluções mais eficazes para a gestão dos doentes com doenças alérgicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Qual a visão tem para o futuro da Imunoalergologia enquanto disciplina e que legado espera que reuniões como esta deixem?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MBF |</strong> Acredito que a Imunoalergologia é uma área cada vez mais central na Medicina, não só pelo aumento contínuo da prevalência de doenças alérgicas mas também pela interação com outras especialidades na gestão de doentes graves com patologias que recomendam abordagens multidisciplinares. Espero que reuniões como esta da SPAIC promovam colaborações frutíferas e inovações que resultem em melhores protocolos de gestão diagnóstica e terapêutica, e que o legado que considero mais importante é o do conhecimento e cooperação entre profissionais de diferentes hospitais ou de diferentes especialidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF |&nbsp; A Imunoalergologia tem vivido avanços rápidos, desde Medicina de precisão a inteligência artificial. Quais destes desenvolvimentos já estão a impactar o dia a dia dos especialistas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MBF |</strong> A Medicina de precisão e a inteligência artificial (IA) já estão a transformar a Imunoalergologia e a Medicina em geral. A Medicina de precisão permite melhorar capacidades diagnósticas, quer com os componentes moleculares quer com os painéis mais alargados de diagnóstico imunológico quer com os painéis de diagnóstico genético, que vieram permitir diagnósticos que, há poucos anos, seriam impossíveis.&nbsp; E quando se consegue segmentar grupos de doentes conseguem-se analisar diferentes possibilidades de intervenção terapêutica e escolher as mais efetivas. Por outro lado, as ferramentas de IA podem otimizar a análise de dados clínicos, principalmente quando se trata de grandes volumes de dados, permitindo uma melhor investigação e facilitando todo o processo de disseminação dos resultados encontrados. Todos os médicos têm de aprender a tirar o melhor partido destas ferramentas quer para apoiar a sua atividade clínica diária quer para apoiar a investigação clínica que a maior parte dos imunoalergologistas faz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Olhando para o futuro, quais são os principais desafios que a Imunoalergologia em Portugal terá de enfrentar nos próximos anos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MBF |</strong> São muitos os desafios que a Imunoalergologia tem pela frente. Entre eles incluem-se:</p>



<ol style="list-style-type:lower-alpha" class="wp-block-list">
<li> a necessidade de formação contínua dos especialistas, particularmente no que diz respeito à adaptação e capacidade de utilização das novas tecnologias mas sem perder de vista a especial relação médico-doente-família que é tão característica dos imunoalergologistas;</li>



<li>a gestão da crescente incidência de alergias medicamentosas e alimentares graves;</li>



<li>a gestão das relações entre a Imunoalergologia e outras especialidades com as quais partilhamos doentes com quadros graves e em que a abordagem multidisciplinar deveria ser a regra;</li>



<li>a gestão da relação com as Comissões de Farmácia e Terapêutica, no diálogo terapêutico, nem sempre fácil, sobre opções terapêuticas em doentes graves.</li>



<li>a necessidade fundamental de continuar a promover a consciencialização da população sobre prevenção e tratamentos adequados, utilizando materiais e vias de disseminação que sejam realmente eficazes.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Como mensagem final, espero que esta reunião sirva não só como um ponto de encontro, mas também como uma fonte de inspiração para novos estudos e práticas inovadoras. Que incentive a troca de experiências e pontos de vista e que consigamos estabelecer cooperações que fortaleçam a nossa sociedade e melhorem a qualidade de vida dos nossos doentes. O evento ocorre de 24 a 27 de setembro, em Peniche. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações <a href="https://www.spaic2026.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>EAACI promove debate global sobre microbioma, barreiras epiteliais e o impacto da saúde do planeta</title>
		<link>https://myalergologia.pt/eventos/eaaci-promove-debate-global-sobre-microbioma-barreiras-epiteliais-e-o-impacto-da-saude-do-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Academy of Allergy and Clinical Immunology (EAACI) está a promover o “EAACI Symposium on Epithelial Barriers, Microbiome and Planetary Health”, um encontro científico internacional que ocorre de 1 a 3 de outubro. O evento tem o objetivo de explorar como as barreiras epiteliais interagem com o microbioma e com fatores ambientais globais. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A <em>European Academy of Allergy and Clinical Immunology</em> (EAACI) está a promover o “EAACI Symposium on Epithelial Barriers, Microbiome and Planetary Health”, um encontro científico internacional que ocorre de 1 a 3 de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento tem o objetivo de explorar como as barreiras epiteliais interagem com o microbioma e com fatores ambientais globais. A iniciativa integra-se numa abordagem cada vez mais relevante na ciência médica, que liga doenças alérgicas, alterações ambientais e saúde do planeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, investigadores, clínicos e profissionais de saúde estão a apresentar os mais recentes avanços científicos sobre o papel do microbioma na regulação do sistema imunitário, bem como o impacto das mudanças climáticas e da poluição na integridade das barreiras epiteliais. O encontro promove ainda o debate interdisciplinar, incentivando a colaboração entre diferentes áreas da medicina e da ciência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais informações sobre o estudo <a href="https://eaaci.org/other_events/eaaci-symposium-on-epithelial-barriers-microbiome-and-planetary-health-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo PROMUSE: baixa utilização de medidas reportadas pelos doentes na dermatite atópica e urticária crónica</title>
		<link>https://myalergologia.pt/atualidade/estudo-promuse-baixa-utilizacao-de-medidas-reportadas-pelos-doentes-na-dermatite-atopica-e-urticaria-cronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo internacional, denominado PROMUSE, revelou que as medidas de desfecho relatadas pelo doente, conhecidas como PROMs (Patient-Reported Outcome Measures),&#160; continuam a ser pouco utilizadas na prática clínica no tratamento da dermatite atópica e da urticária crónica. O estudo, de caráter observacional e transversal, envolveu médicos de 45 centros especializados em todo o mundo. Entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo internacional, denominado PROMUSE, revelou que as medidas de desfecho relatadas pelo doente, conhecidas como PROMs (<em>Patient-Reported Outcome Measures</em>),&nbsp; continuam a ser pouco utilizadas na prática clínica no tratamento da dermatite atópica e da urticária crónica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, de caráter observacional e transversal, envolveu médicos de 45 centros especializados em todo o mundo. Entre os 2534 profissionais inicialmente inquiridos, 474 que tratam diretamente doentes com dermatite atópica e urticária crónica foram incluídos na análise final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados apontam para três principais barreiras percebidas pelos médicos na utilização das PROMs: “restrições de tempo” (n = 455/474), “não ser obrigatório preencher” (n = 428/474) e “os pacientes não gostam de PROMs” (n = 425/474).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também identificou diferenças relevantes entre os profissionais. Médicos mais jovens, do sexo masculino e não especialistas demonstraram maior tendência para perceber obstáculos ao uso das PROMs. Além disso, foi observada uma correlação negativa significativa: quanto maior o número de barreiras percebidas, menor a frequência de utilização destas ferramentas na prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as 15 barreiras analisadas, duas destacaram-se por impactar diretamente o uso das PROMs: a crença de que estas ferramentas prejudicam a relação entre médico e doente e a ideia de que os doentes não gostam de as utilizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores concluem que a baixa adesão às PROMs não se deve apenas à falta de formação ou sensibilização dos profissionais de saúde. Pelo contrário, os resultados sugerem que os médicos reconhecem limitações práticas nos instrumentos atualmente disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante deste cenário, o estudo defende uma reformulação urgente das PROMs utilizadas em dermatite atópica e urticária crónica. A proposta passa por desenvolver ferramentas mais eficazes e centradas no doente, com a participação ativa dos próprios doentes no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o estudo completo <a href="https://www.worldallergyorganizationjournal.org/article/S1939-4551(26)00231-0/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Organização Mundial de Alergia defende regras mais claras para rotulagem de precaução contra alergénios</title>
		<link>https://myalergologia.pt/atualidade/organizacao-mundial-de-alergia-defende-regras-mais-claras-para-rotulagem-de-precaucao-contra-alergenios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crescente utilização e falta de consistência da rotulagem de precaução contra alergénios em alimentos voltou ao centro do debate internacional, após uma consulta de especialistas promovida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e pela Organização Mundial da Saúde. Em resposta a este desafio, um novo estudo baseado no método [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A crescente utilização e falta de consistência da rotulagem de precaução contra alergénios em alimentos voltou ao centro do debate internacional, após uma consulta de especialistas promovida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura e pela Organização Mundial da Saúde. Em resposta a este desafio, um novo estudo baseado no método Delphi reuniu especialistas, representantes de doentes e outras partes interessadas para avaliar e harmonizar práticas relacionadas com esta rotulagem, frequentemente expressa como “pode conter”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo envolveu um painel de 35 especialistas e decorreu ao longo de três rondas de avaliação, alcançando consenso em 33 dos 35 itens analisados, um nível elevado de concordância que reflete a urgência de uniformizar critérios nesta área. Entre as principais conclusões, destaca-se a recomendação de que a rotulagem de precaução contra alergénios deve ser utilizada apenas quando exista risco real de presença não intencional de alergénios acima de um determinado limite de ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas defendem que essa decisão deve assentar numa avaliação formal de risco, preferencialmente quantitativa, e idealmente enquadrada por legislação. Além disso, recomendam que os limites sejam definidos com base em “doses de referência” — nomeadamente a DE05, que corresponde à quantidade de alergénio capaz de desencadear reação em até 5% da população alérgica — em vez de simples concentrações, como partes por milhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto relevante é a necessidade de equilibrar a proteção do consumidor com o risco de banalização da rotulagem. O uso excessivo do “pode conter” pode levar à sua desvalorização, reduzindo a confiança dos consumidores e limitando desnecessariamente as suas escolhas alimentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de cerca de 70% dos participantes concordarem que os consumidores devem ser informados sobre o risco residual, ou seja, a eventual presença de alergénios abaixo dos níveis de referência, não houve consenso sobre a melhor forma de comunicar essa informação de forma clara e eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo conclui ainda que a rotulagem não deve ser utilizada em produtos que já declaram explicitamente a ausência de alergénios (“livre de”), nem para ingredientes já identificados na composição do alimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aceda ao artigo completo <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42598065/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Inovação que transforma: o desafio de levar a ciência à prática na Imunoalergologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Muralha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 07:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 47.ª Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), Pedro Carreiro Martins, atual presidente da sociedade, partilha a sua antevisão para um encontro científico marcado pela inovação e pela transformação da prática clínica em Imunoalergologia. Num contexto em que o conhecimento evolui a um ritmo acelerado, o especialista aponta [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No âmbito da 47.ª Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), <strong>Pedro Carreiro Martins</strong>, atual presidente da sociedade, partilha a sua antevisão para um encontro científico marcado pela inovação e pela transformação da prática clínica em Imunoalergologia. Num contexto em que o conhecimento evolui a um ritmo acelerado, o especialista aponta como um dos principais desafios da área “reduzir a distância entre a rápida produção de conhecimento científico e a sua aplicação efetiva na prática clínica”, um desfasamento que este encontro pretende ajudar a colmatar. Leia a entrevista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Quais são os pontos de destaque deste evento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedro Carreiro Martins (PCM) |</strong> A 47.ª Reunião Anual da SPAIC terá como tema central a “Inovação na Doença Alérgica”, refletindo um período de profunda transformação na Imunoalergologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa abordará áreas como a asma, rinite alérgica, alergia alimentar, a alergia a fármacos, a imunoterapia com alergénios, urticária, angioedema, anafilaxia, dermatite atópica e doenças mastocitárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião contará também com cursos temáticos, mesas-redondas, workshops, apresentações de comunicações orais e pôsteres, bem como momentos de cooperação com sociedades científicas nacionais e internacionais. Esta combinação entre atualização científica, formação e apresentação de investigação é um dos elementos mais importantes da Reunião Anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Quais são as principais necessidades ou lacunas no âmbito da Alergologia que este evento procura colmatar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PCM |</strong> Uma das principais necessidades é reduzir a distância entre a rápida produção de conhecimento científico e a sua aplicação efetiva na prática clínica. Atualmente, dispomos de novas ferramentas de diagnóstico, biomarcadores, terapêuticas biológicas, tecnologias digitais e abordagens de medicina de precisão. No entanto, é necessário compreender melhor quais os doentes que mais beneficiam de cada intervenção, em que momento e com que impacto clínico e económico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Persistem igualmente desafios na uniformização dos procedimentos diagnósticos, na estratificação do risco e na tomada de decisão em áreas como a alergia alimentar, a alergia a medicamentos, a imunoterapia e a anafilaxia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra lacuna importante prende-se com a necessidade de integrar diferentes profissionais, instituições e níveis de cuidados. A inovação não depende apenas da disponibilidade de uma nova tecnologia ou tratamento: exige organização, literacia científica, capacidade de implementação e equidade no acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Considerando que esta edição se centra na “inovação na doença alérgica”, na prática clínica, onde estão as mudanças mais transformadoras e como este tema contribui para uma melhor atuação/intervenção?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PCM |</strong> As mudanças mais transformadoras estão, provavelmente, na transição de uma abordagem centrada sobretudo no diagnóstico da doença para uma abordagem mais individualizada, baseada nos mecanismos fisiopatológicos, nos fenótipos, nos biomarcadores e nas características específicas de cada doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta evolução é particularmente evidente com o desenvolvimento das terapêuticas biológicas e inovadoras, que permitem atuar de forma dirigida sobre determinadas vias inflamatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial e a transformação digital poderão também assumir um papel relevante na integração de informação clínica, na monitorização dos doentes, na previsão da resposta ao tratamento e na identificação precoce de situações de risco. Contudo, estas ferramentas devem ser utilizadas de forma crítica, segura e complementar à decisão clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, o tema da reunião pretende mostrar que inovar não significa apenas introduzir novos medicamentos ou tecnologias. Significa diagnosticar melhor, selecionar de forma mais adequada as intervenções, evitar procedimentos desnecessários, melhorar a adesão ao tratamento e acompanhar os resultados de forma mais próxima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Que mensagem final gostaria de transmitir relativamente ao evento?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PCM |</strong> Gostaria de convidar todos os profissionais com interesse na doença alérgica a participarem na 47.ª Reunião Anual da SPAIC. Será uma oportunidade privilegiada para atualizar conhecimentos, conhecer investigação desenvolvida em Portugal, discutir os desafios emergentes da especialidade e reforçar redes de colaboração científica e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação só adquire verdadeiro significado quando se traduz em melhores resultados para os doentes. É esse o compromisso que estará no centro da nossa reunião, em Peniche, de 24 a 27 de setembro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre o evento <a href="https://www.spaic2026.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Anafilaxia pediátrica: reconhecer cedo e agir de imediato pode salvar vidas</title>
		<link>https://myalergologia.pt/entrevistas/anafilaxia-pediatrica-reconhecer-cedo-e-agir-de-imediato-pode-salvar-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Natacha Santos, especialista em Imunoalergologia na ULS Algarve, destacou, no âmbito da 15.ª Reunião de Imunoalergologia, a importância do reconhecimento, tratamento e prevenção da anafilaxia em idade pediátrica. Sublinhou ainda os desafios específicos das faixas etárias mais jovens, uma vez que a identificação dos sintomas pode ser mais difícil, dado que “muitas vezes eles não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Natacha Santos</strong>, especialista em Imunoalergologia na ULS Algarve, destacou, no âmbito da 15.ª Reunião de Imunoalergologia, a importância do reconhecimento, tratamento e prevenção da anafilaxia em idade pediátrica. Sublinhou ainda os desafios específicos das faixas etárias mais jovens, uma vez que a identificação dos sintomas pode ser mais difícil, dado que “muitas vezes eles não conseguem verbalizar [e] explicar aquilo que sentem”. Nesse sentido, alertou para a necessidade de “estar atentos a pequenos sinais” que possam indicar uma reação grave. Veja o vídeo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="NATACHA SANTOS" src="https://player.vimeo.com/video/1195683426?h=6ffa691666&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No que diz respeito ao tratamento, foi clara ao afirmar que, perante uma suspeita ou “probabilidade clínica elevada de anafilaxia, o tratamento é a adrenalina”, reforçando que esta é “tratamento de primeira linha”. Em contraste, referiu que “os corticóides parecem não ter um papel importante mesmo na prevenção de reações bifásicas”, além de apresentarem uma ação lenta, já que “o corticóide oral demora tempo a ser absorvido”. Em contexto prático, nomeadamente em casa ou na escola, a prioridade deve ser a administração de adrenalina, podendo o anti-histamínico ser utilizado “para tratar os sintomas cutâneos mais ligeiros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vertente da prevenção, destacou a importância da identificação precoce dos casos e do encaminhamento para uma abordagem especializada, permitindo definir “uma estratégia individualizada” e “restrições alimentares adequadas caso a caso”. Referiu ainda a existência de opções terapêuticas específicas, como “a dessensibilização e a imunoterapia, no caso dos venenos”, que contribuem para reduzir o risco de novas reações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista salientou igualmente o papel fundamental da educação e do empoderamento dos doentes e das famílias para “diminuir o risco de anafilaxia e melhorar a qualidade de vida do doente e da família”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, reforçou que, para além da atuação imediata, “o mais importante numa situação de anafilaxia […] é realmente o doente ser orientado para um especialista em Imunoalergologia”, uma vez que o correto diagnóstico implica compreender múltiplos fatores, desde a forma como os alimentos são preparados até à possível “reatividade cruzada com outros alimentos” e às características individuais de cada doente. O encaminhamento para a especialidade assume, assim, um papel determinante na gestão eficaz da doença.</p>
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