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	<title>admin, Author at My Alergologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da Alergologia e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças alérgicas.</description>
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	<title>admin, Author at My Alergologia</title>
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		<title>46.ª Reunião Anual da SPAIC: Submissão de resumos termina a 3 de agosto</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 15:35:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A SPAIC convida profissionais de saúde a submeterem os seus resumos para o Congresso Nacional de 2025, que se realizará em Lisboa, de 9 a 11 de outubro, com o mote “passado, presente e futuro&#8221;. O prazo para envio dos trabalhos científicos decorre até 3 de agosto. O Congresso SPAIC 2025 reúne especialistas e investigadores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A SPAIC convida profissionais de saúde a submeterem os seus resumos para o Congresso Nacional de 2025, que se realizará em Lisboa, de 9 a 11 de outubro, com o mote “passado, presente e futuro&#8221;. O prazo para envio dos trabalhos científicos decorre até 3 de agosto.</p>
<p><span id="more-213123"></span></p>
<p>O Congresso SPAIC 2025 reúne especialistas e investigadores, promovendo a troca de conhecimento, o debate científico e a atualização em alergologia e imunologia clínica.</p>
<p>O programa inclui sessões científicas, workshops, mesas-redondas, apresentações de casos clínicos, oportunidades de networking e espaços dedicados à inovação e às indústrias parceiras.<br />As inscrições para o congresso também estão abertas.</p>
<p>Para consultar mais informações visite o <a href="https://www.spaic2025.com" target="_blank" rel="noopener">site</a> oficial do evento.</p>
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		<title>SPAIC sensibiliza para uma rápida atuação nos casos de alergias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Anafilaxia, uma ameaça evitável” é o mote da campanha da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) para assinalar a Semana Mundial da Alergia, que se estende até 5 de julho. Pensada para aumentar a consciencialização sobre esta condição, a campanha dirige-se a todos os públicos. “É crucial reconhecer os sinais precoces, educar doentes, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Anafilaxia, uma ameaça evitável” é o mote da campanha da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) para assinalar a Semana Mundial da Alergia, que se estende até 5 de julho. Pensada para aumentar a consciencialização sobre esta condição, a campanha dirige-se a todos os públicos. “É crucial reconhecer os sinais precoces, educar doentes, cuidadores e profissionais de saúde sobre como agir rapidamente”, sublinha Ana Môrete, presidente da SPAIC.</p>
<p><span id="more-213121"></span></p>
<p>“Estima-se que mais de três milhões de portugueses convivam com algum tipo de manifestação de doença alérgica”, refere Ana Môrete.</p>
<p>Entre as patologias mais comuns, os dados epidemiológicos apontam para uma prevalência de rinite alérgica em 30% da população, asma alérgica em 10%, alergias alimentares e medicamentosas até 5%, e anafilaxia ou alergia a venenos de himenópteros (abelhas e vespas) entre 1% e 2%.</p>
<p>Apesar do impacto significativo na qualidade de vida, algumas destas condições podem mesmo ser fatais, o que leva Ana Môrete a reforçar “a importância da utilização de adrenalina autoinjetável”. A anafilaxia é uma reação alérgica aguda e potencialmente fatal, capaz de afetar simultaneamente a pele, as vias respiratórias, o sistema cardiovascular e o trato gastrointestinal. Entre os principais desencadeadores estão alimentos como leite, ovo, amendoins, frutos secos, marisco e peixe, medicamentos, sobretudo anti-inflamatórios e antibióticos betalactâmicos, e picadas de himenópteros.</p>
<p>A presidente da SPAIC deixa ainda um alerta: “A tendência para os próximos anos é de aumento da incidência e da gravidade das alergias.” As alterações climáticas, como o aquecimento global, estão a provocar picos de floração mais precoces, períodos de polinização mais longos e uma maior concentração de pólenes, fatores que contribuem para temporadas alérgicas mais prolongadas e severas. A poluição, as tempestades de areia e os novos padrões alimentares, com maior consumo de alimentos processados, são também fatores que agravam este cenário.</p>
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		<title>GRESP cria o primeiro Guia Prático de Doenças Respiratórias</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cláudia A. Vicente, médica de Medicina Geral e Familiar na USF Araceti, ULS Baixo Mondego, e Coordenadora do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), explica o desenvolvimento do primeiro Guia Prático de Doenças Respiratórias, criado para apoiar médicos na gestão diária destas patologias. Leia o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cláudia A. Vicente, médica de Medicina Geral e Familiar na USF Araceti, ULS Baixo Mondego, e Coordenadora do Grupo de Estudos de Doenças Respiratórias (GRESP) da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), explica o desenvolvimento do primeiro Guia Prático de Doenças Respiratórias, criado para apoiar médicos na gestão diária destas patologias. Leia o artigo de opinião.</p>
<p><span id="more-213119"></span></p>
<p>O Guia Prático das Doenças Respiratórias foi projetado para ser um recurso para médicos que tratam diariamente doentes com patologia respiratória. Foi elaborado por Médicos de Família, Pneumologistas e Imunoalargologista, que se reuniram e discutiram a escolha dos temas mais pertinentes e a estrutura do guia. Contribuíram para a riqueza e diversidade dos textos as diferentes perspetivas de abordagem, experiências e o trabalho em equipa conciliando as diferenças dos diferentes níveis de cuidados.</p>
<p>Este guia reúne, num único documento, um olhar atento sobre patologias frequentes como a asma desde os steps iniciais até à asma grave, relacionando os exames complementares necessários ao seu estudo e classificação; a abordagem da tosse e da DPOC, salientando a importância do diagnóstico precoce; a prática da gestão da patologia sono e das comorbilidades, sem esquecer a patologia do interstício ou a patologia infeciosa, motivo tão frequente de consulta aguda ou de ida ao serviço de urgência.<br />Além das diretrizes atualizadas, o guia oferece estratégias de gestão clínica, otimização terapêutica e melhoria da adesão ao tratamento, facilitando a tomada de decisões clínicas informadas e eficazes e de forma estruturada tornando-se uma mais-valia para a prática médica. A organização sistemática do conteúdo permite um acesso rápido e eficaz à informação necessária no dia-a-dia clínico.</p>
<p>A perspetiva de uma equipa multidisciplinar, tendo em conta todo o circuito do doente desde a sua abordagem pelo Médico de Família nos Cuidados de Saúde Primários, passando pela Medicina Hospitalar, concretamente, neste caso, a Pneumologia, permite um olhar atento e holístico do doente, num verdadeiro trabalho de equipa na procura da melhoria de cuidados. <br />Este Guia das Doenças Respiratórias reflete esta procura podendo servir de ferramenta de apoio ao estudo e à prática clínica esperando que seja útil para todos os colegas que tratam o doente respiratório.</p>
<p>Consulte o guia completo&nbsp;<a href="https://apmgf.pt/wp-content/uploads/2025/04/Guia-Pratico-Doencas-Respiratorias-e-Sexualidade-GRESP.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Os cuidados de saúde são responsáveis por cerca de 5% do impacto total no ambiente”</title>
		<link>https://myalergologia.pt/entrevistas/os-cuidados-de-saude-sao-responsaveis-por-cerca-de-5-do-impacto-total-no-ambiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sua intervenção na 14.ª Reunião de Imunoalergologia, João Queiroz e Melo, membro do Conselho Português para a Saúde e Ambiente, alertou para o impacto ambiental expressivo dos cuidados de saúde, afirmando que “os cuidados de saúde são responsáveis por cerca de 5% do impacto total no ambiente”. Assista à entrevista. Este impacto, sublinhou, acaba [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sua intervenção na 14.ª Reunião de Imunoalergologia, <strong>João Queiroz e Melo</strong>, membro do Conselho Português para a Saúde e Ambiente, alertou para o impacto ambiental expressivo dos cuidados de saúde, afirmando que “os cuidados de saúde são responsáveis por cerca de 5% do impacto total no ambiente”. Assista à entrevista.</p>
<p><span id="more-213117"></span></p>
<p><iframe title="“Os cuidados de saúde são responsáveis por cerca de 5% do impacto total no ambiente”" src="https://player.vimeo.com/video/1088009978?h=e810d6b6b2&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Este impacto, sublinhou, acaba por se traduzir em carga de doença: “Representa 10 mil cargas de doença, quer dizer, 10 mil pessoas que morrem precocemente ou que têm incapacidade grave precocemente”.</p>
<p>O especialista defendeu a necessidade de repensar profundamente os hábitos e práticas do sistema de saúde nacional, considerando que “os hábitos em Portugal dos cuidados de saúde são muitas vezes imoderados e fúteis”. Contudo, alertou que esta mudança de paradigma esbarra em entraves legislativos significativos: “Algumas leis fundamentais [&#8230;] são leis do século passado profundamente erradas”. Segundo João Queiroz e Melo para melhorar substancialmente a situação: “Basta fazer e copiar e seguir o que a Organização Mundial da Saúde manda”.</p>
<p>João Queiroz e Melo concluiu a sua intervenção reforçando que: “É indispensável que modifiquem estas leis para permitirem aos profissionais de saúde fazer o que o estado da arte nos países desenvolvidos indica”.</p>
<p>A 14.ª Reunião de Imunoalergologia decorreu a 23 de maio, em Lisboa.</p>
<hr id="system-readmore" />
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		<item>
		<title>Urticária crónica espontânea: &#8220;Tem de se promover o tratamento que leva ao controlo total da patologia&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 14.ª Reunião de Imunoalergologia, Ana Romeira, imunoalergologista na ULS São João, centrou a sua intervenção na urticária crónica, uma patologia que, segundo referiu, “atinge 0,5 até 3% da população”, sendo que “80% destes doentes têm urticária crónica espontânea”. Assista às declarações. Ana Romeira considera tratar-se de uma população difícil de gerir, pois “a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito da 14.ª Reunião de Imunoalergologia, <strong>Ana Romeira</strong>, imunoalergologista na ULS São João, centrou a sua intervenção na urticária crónica, uma patologia que, segundo referiu, “atinge 0,5 até 3% da população”, sendo que “80% destes doentes têm urticária crónica espontânea”. Assista às declarações.</p>
<p><span id="more-213115"></span></p>
<p><iframe title="Urticária Crónica Espontânea: “Tem que se promover o tratamento que leva ao controlo total da patologia”" src="https://player.vimeo.com/video/1088010742?h=1d0bad472b&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ana Romeira considera tratar-se de uma população difícil de gerir, pois “a doença e o incómodo da sintomatologia impactam muito negativamente na qualidade de vida dos doentes”, conduzindo muitas vezes a “patologia do foro mental como consequência, nomeadamente depressões, problemas a nível de sono, disfunção sexual”.<br />
A imunoalergologista sublinhou a importância de estabelecer objetivos terapêuticos claros: “Um doente com urticária crónica, quando identificado, tem que se promover o tratamento que leva ao controlo total da sua patologia”. Nesse sentido, deixou um alerta: “Muitas vezes, como em tudo, os doentes começam a sentir-se melhor, começam a reduzir a medicação e depois vai havendo oscilações no curso da doença”.<br />
Por fim, Ana Romeira mostrou-se otimista relativamente ao futuro, referindo que “há medicamentos que estão para aparecer e que talvez nos ajudem no número de doentes que ainda não respondem ao que temos atualmente”.<br />
A 14.ª Reunião de Imunoalergologia decorreu a 23 de maio, em Lisboa.</p>
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		<item>
		<title>ULS Santa Maria homenageia Elisa Pedro pela carreira dedicada à Imunoalergologia</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elisa Pedro cumpriu, no passado dia 26 de maio, o seu último dia de serviço na Unidade Local de Saúde de Santa Maria.&#160;Após 46 anos de&#160;dedicação ao&#160;Serviço de Imunoalergologia,&#160;a equipa expressa o seu agradecimento com uma&#160;cerimónia de homenagem. “Um legado de inovação, que manteve até ao final da sua gestão à frente do serviço e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Elisa Pedro cumpriu, no passado dia 26 de maio, o seu último dia de serviço na Unidade Local de Saúde de Santa Maria.&nbsp;Após 46 anos de&nbsp;dedicação ao&nbsp;Serviço de Imunoalergologia,&nbsp;a equipa expressa o seu agradecimento com uma&nbsp;cerimónia de homenagem.</p>
<p><span id="more-213103"></span></p>
<p>“Um legado de inovação, que manteve até ao final da sua gestão à frente do serviço e de que é exemplo o projeto da Unidade Multidisciplinar de Asma Grave, em parceria com a Pneumologia, e de verdadeiro trabalho em equipa”, destacou Carlos das Neves Martins,&nbsp;presidente do Conselho de Administração.</p>
<p>Sobre a carreira de Elisa Pedro, sabe-se que iniciou o seu percurso em 1979, no Hospital de Santa Maria, como interna de policlínica. Em 1983, iniciou o internato complementar de Medicina Interna no Serviço de Medicina III, tendo transitado para o internato complementar de Imunoalergologia na altura da criação do internato complementar de Imunoalergologia, em 1987.</p>
<p>Titulada como assistente hospitalar de Imunoalergologia em 1989, desenvolveu com interesse a área da alergia ao veneno de himenópteros (abelhas e vespas). Foi assistente hospitalar do quadro do HSM em 1991, consultora em 1997 e Chefe de Serviço em 2005. Em 2020, após a jubilação do Professor Manuel Barbosa, assumiu a Direção do Serviço de Imunoalergologia que manteve até à data.</p>
<p>O seu empenho na especialidade estendeu-se também à Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) onde foi vice-presidente de 2014 a 2016 e, mais tarde, presidente de 2017 a 2019.</p>
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<p>&#8220;Pelo seu exemplo, pela sua empatia e pela marca indelével da sua dedicação à ULS Santa Maria, ao Serviço de Imunoalergologia e aos médicos do Serviço de Imunoalergologia, toda a instituição expressa o seu reconhecido agradecimento à Dr.ª Elisa Pedro&#8221;, termina o comunicado da instituição.&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;">Fonte: ULS Santa Maria</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Melhoria na qualidade de vida de doentes com esofagite eosinofílica com abordagem terapêutica biológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Integrado no 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia (SPAIC-SEAIC), a Sanofi dinamizou um simpósio com a intervenção de Rosario González, alergologista no Hospital Central de la Cruz Roja. Na sua participação, a especialista apresentou uma perspetiva clínica sobre a utilização de um anticorpo monoclonal humano da classe IgG4 no tratamento da esofagite eosinofílica. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Integrado no 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia (SPAIC-SEAIC), a Sanofi dinamizou um simpósio com a intervenção de <strong>Rosario González</strong>, alergologista no Hospital Central de la Cruz Roja. Na sua participação, a especialista apresentou uma perspetiva clínica sobre a utilização de um anticorpo monoclonal humano da classe IgG4 no tratamento da esofagite eosinofílica. Assista ao vídeo da entrevista.</p>
<p><span id="more-213101"></span></p>
<p>Como referido por Rosario González, “a esofagite eosinofílica é uma doença inflamatória crónica do esófago cuja causa subjacente é a inflamação do tipo 2 e, por isso, também tem muitas comorbilidades atópicas”.</p>
<p>A especialista referiu que o diagnóstico exige a realização de uma endoscopia com biópsias, sendo necessário retirar “seis biópsias de pelo menos duas zonas do esófago mais afetadas”. Após a confirmação, até agora o tratamento inicial incluía “inibidores da bomba de protões que costumavam ser a primeira opção, normalmente pelo risco, benefício e também pelo preço”, explicou Rosario González.</p>
<p>Em segundo lugar, podia recorrer-se a corticoides tópicos, dietas de eliminação alimentar ou dilatações esofágicas, em casos mais graves. No entanto, cerca de 60% dos casos não respondem nem aos fármacos nem à dieta de eliminação. Nesses casos, “é importante haver um tratamento que atue contra a inflamação de tipo 2, neste caso bloqueando as interleucinas 4 e 13”, hoje em dia temos acesso a um fármaco como dupilumab, administrado semanalmente em doses de 300 mg.</p>
<p>A especialista apresentou os dados dos ensaios clínicos, que demonstraram melhorias significativas após 24 semanas de tratamento a nível sintomático, endoscópico e histológico. Segundo os resultados, o tratamento com dupilumab obteve “em 85% dos casos, uma resposta completa (menos de seis eosinófilos por campo)”, e verificou-se que em “100% dos casos houve pelo menos uma resposta parcial (menos de 15 eosinófilos)” até à semana 52.</p>
<p>Adicionalmente, a especialista referiu que esta patologia tem um impacto substancial na qualidade de vida dos doentes, explicando que “os doentes desenvolvem até alterações psicológicas”, acrescentando que muitos destes doentes têm “fobia de comer, fobia social, não querem comer na cantina, são sempre os últimos, bebem muitos líquidos para comer, mastigam muito”, comem muito lentamente, têm grande absentismo laboral, revelando as diversas implicações sociais desta patologia. No caso das crianças, como não comem, o seu crescimento é afetado, tem grande absentismo escolar o que torna a carga psicológica sobre as famílias enorme.</p>
<p>O tratamento adequado permite não só controlar os sintomas e melhorar a vida diária, como também prevenir a progressão da doença, pois “sem tratamento, a doença progride para fibrose. Sabe-se que, em média, ao fim de dez anos, o doente pode começar a ter problemas mais graves de estenose, e isso já é irreversível”.</p>
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		<title>Anticorpo monoclonal no tratamento da asma e polipose nasal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 15:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio que contou com a presença de María Basagaña, especialista em Imunoalergologia, que abordou o tratamento com anticorpo monoclonal humano da&#160;classe&#160;IgG4 na asma grave e rinossinusite crónica com pólipos nasais. Assista às declarações no rescaldo da sua participação. A especialista [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio que contou com a presença de <strong>María Basagaña</strong>, especialista em Imunoalergologia, que abordou o tratamento com anticorpo monoclonal humano da&nbsp;classe&nbsp;IgG4 na asma grave e rinossinusite crónica com pólipos nasais. Assista às declarações no rescaldo da sua participação.</p>
<p><span id="more-213099"></span></p>
<p>A especialista apresentou dados sobre a eficácia do dupilumab na vida real no tratamento de uma das comorbilidades mais frequentes da asma grave, a rinossinusite crónica com pólipos nasais. Segundo María Basagaña, o dupilumab “é um fármaco na vida real que inclusive supera as expectativas vistas nos ensaios pivotais, tanto para asma como para rinossinusite crónica” melhorando rapidamente todos os parâmetros de controlo de doença de asma e de rinossinusite crónica com polipose nasal e com resultados mantidos a longo prazo.</p>
<p>Durante a sessão foram apresentados os mais recentes resultados do estudo EU-ADVANTAGE, que avalia a eficácia de dupilumab em doentes com asma grave na Europa. Os dados demonstraram que dupilumab permite uma redução significativa das exacerbações da doença e da utilização de corticosteroides sistémicos, superando outras terapêuticas biológicas atualmente disponíveis.</p>
<p>Relativamente à rinossinusite crónica com polipose nasal, Maria Basagaña apresentou dados sobre o impacto da doença a nível físico e psicológico, destacando que 50-90% dos doentes experienciam alterações ou perda total do olfato. A apresentação incluiu também resultados do estudo de vida real DUPIREAL, que demonstrou melhorias significativas com dupilumab nos parâmetros-chave: <em>score</em> de pólipos nasais (NPS), função olfativa e resultados do SNOT-22. Estes benefícios foram observados independentemente do histórico cirúrgico ou de doenças concomitantes.</p>
<p>Além disso, a Imunoalergologista abordou um conceito importante baseado na carga conjunta da doença, referindo-se ao impacto de múltiplas comorbilidades coexistentes num mesmo doente: “muitas dessas doenças, não só os pólipos nasais, mas também outras como a dermatite atópica e a esofagite, coexistem no mesmo doente e isso faz com que estas doenças tenham um pior controlo”. Nesse contexto, o uso de “terapia biológica como o dupilumab permite cobrir várias doenças. É um valor acrescido que tem esta terapêutica.”</p>
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		<title>Além da pele: anticorpo monoclonal no tratamento da dermatite atópica e de outras comorbilidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 11:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio que contou com a presença de Frederico Regateiro, especialista em Imunoalergologia, abordou o tema da dermatite atópica e o tratamento com anticorpo monoclonal humano da&#160;classe&#160;IgG4 aprovado para esta condição, a partir de uma perspetiva menos convencional. Assista à entrevista.&#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio que contou com a presença de <strong>Frederico Regateiro</strong>, especialista em Imunoalergologia, abordou o tema da dermatite atópica e o tratamento com anticorpo monoclonal humano da&nbsp;classe&nbsp;IgG4 aprovado para esta condição, a partir de uma perspetiva menos convencional. Assista à entrevista.&nbsp;</p>
<p><span id="more-213097"></span></p>
<p>Em vez de se concentrar exclusivamente na eficácia do medicamento sobre as lesões cutâneas e o prurido provocadas pela dermatite atópica, eficácia esta já sobejamente confirmada, na sua apresentação o imunoalergologista destacou os benefícios do dupilumab para além da pele e em outras comorbilidades muitas vezes presentes em doentes com dermatite atópica. &#8220;Falamos da eficácia destes medicamentos em termos dos <em>outcomes</em> da pele, da melhoria das lesões e do prurido”. Contudo, o foco nesta sua apresentação foram outros dados ainda não tão conhecidos, &#8220;melhorias em outras patologias, em comorbilidades da dermatite atópica que também se obtêm com o tratamento com dupilumab”.</p>
<p>A ideia central desenvolvida pelo especialista mostrou que o dupilumab pode ter melhorias em todas as idades, crianças, adolescentes e adultos, de acordo com as diferenças nas manifestações e comorbilidades próprias de cada uma dessas faixas etárias. O tratamento com dupilumab para além dos benefícios ao nível da pele, também atua de forma sistémica, oferecendo benefícios para além da pele. Como por exemplo, nas crianças os benefícios no crescimento derivado de voltarem a dormir de noite, permitindo que a hormona do crescimento cumpra o seu papel, da redução na utilização de corticoides. Nos adolescentes, o grande impacto nos fatores psicológicos derivado do desaparecimento das lesões cutâneas. Nos adultos, alguns estudos mostram os benefícios nos fatores de risco cardiovasculares.</p>
<p>Frederico Regateiro conclui com uma mensagem clara sobre a necessidade de adotar uma abordagem holística. <strong>“Temos de ver as pessoas como um todo e as pessoas não são só a sua pele, as suas lesões e o seu prurido</strong>. <strong>Têm muitas outras coisas que as afetam tanto como as lesões.&#8221;</strong> Assim, sublinhou a importância de considerar o doente como um todo, com múltiplas dimensões afetadas pela dermatite atópica, e de reconhecer que &#8220;em doentes que têm dermatite atópica e uma série de outros problemas, podemos melhorar não só a questão da pele, mas também tudo o resto.&#8221;</p>
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		<title>Impacto a longo prazo no tratamento de doenças inflamatórias tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 11:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio moderado por André Moreira, vice-presidente da European Academy of Allergy &#38; Clinical Immunology. Em entrevista, o especialista abordou aspetos cruciais do tratamento de patologias com resposta imune tipo 2. Assista ao depoimento em vídeo. André Moreira defendeu que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio moderado por <strong>André Moreira</strong>, vice-presidente da <em>European Academy of Allergy &amp; Clinical Immunology</em>. Em entrevista, o especialista abordou aspetos cruciais do tratamento de patologias com resposta imune tipo 2. Assista ao depoimento em vídeo.</p>
<p><span id="more-213095"></span></p>
<p>André Moreira defendeu que o tratamento das doenças inflamatórias tipo 2 exige uma visão holística. Esta abordagem multidisciplinar considera o impacto em vários órgãos simultaneamente, em vez de focar isoladamente no sistema gastrointestinal ou pulmonar, apontou o especialista.&nbsp;</p>
<p>Neste contexto, sublinhou que estes doentes podem ter várias comorbilidades subjacentes à inflamação tipo 2. Uma terapêutica como o dupilumab, quando aplicada precocemente após o diagnóstico, pode ter o potencial de &#8220;impactar na história natural da doença e de que forma é que se poderia diferenciar ao ter este atingimento multiórgão comparativamente a outras abordagens mais localizadas&#8221;.</p>
<p>Por fim, realçou a importância de uma visão terapêutica a longo prazo e de acordo com a idade do doente, salientando a importância “da intervenção que pode ter benefícios que se estendem durante muitos anos&#8221;.</p>
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